GESTÃO DO RUÍDO E MAPEAMENTO DE RUÍDO OCUPACIONAL E AMBIENTAL:

1) APRESENTAÇÃO

Nesta seção apresentamos o estado da técnica para medição e monitoramento anual da exposição ocupacional a nível de pressão sonora elevado NPSE, isto é, o agente de risco ruído ocupacional.

Apresentamos os Softwares GerenteSST e NoiseAtWork, essenciais para a realização da gestão do agente ruído ocupacional nas empresas, com destaques na indústria e em embarcações. São ferramentas simples e funcionais que permitem avaliar as exposições diárias ou semanais, respeitando os parâmetros normativos que podem ser selecionados pelo usuário. Também  destacamos nas modernas ferramentas de Gestão do Agente Ruído os cálculos da eficiência do EPI pelo método longo da NIOSH com 98% de confiabilidade e a técnica de Modelagem Acústica Ocupacional (MODAO) a partir dos mapeamentos de fontes de ruído no ambiente.

Tais ferramentas também permitem a auditoria dos dados de medição visto ser comum a utilização de funções erradas do equipamentos de medição e equívocos na configuração do mesmo quando analisadas jornadas diferentes de 8 horas diárias, 40 horas semanais. Podem ser utilizadas como um Programa de Controle Coletivo EPC) a partir do tempo de permanência permitido em cada ambiente. Veja o parecer sobre Ruído Ocupacional (clique aqui)

Mapeamento Indústria e de Embarcações:

  • Com audio-dosímetos especiais devidamente homologados 4 em 1 (clique aqui):
  • Com ferramenta de mapeamento de ruído e modelagem acústica ocupacional (clique aqui)

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2) NECESSIDADE DE MONITORAMENTO PERIÓDICO

Há a necessidade na Gestão do Agente Ruído da elaboração de um Programa de Conservação Auditiva - PCA corroborado com um programa de monitoramento anual quando presentes fontes de emissão de nível de pressão sonora acima de 80 dB(A). O que também ocorre nos operadores de teleatendimento devido a exposição a níveis de pressão sonora durante os atendimento com head-set(s). Como exemplo de PCA integrado destacamos (clique aqui).

Um fato que deve ser observado pelas autoridades é a insistência de alguns profissionais na descaracterização do risco ao agente ruído onde este se encontra sobre controle, isto é, apresenta exposição para a jornada abaixo do limite de ação, embora ocorram níveis de pressão sonora elevados (NPSE) em determinados períodos ou momentos acima de 85 dB(A). Há várias exemplos de justificativas inúteis na tentativa de não realização de monitoramentos anuais, uma obrigação patronal que é exigida para garantir e provar que as medidas de controle estão sendo mantidas e que as avaliações quantitativas são reprodutivas.

Há exemplos em teleatendimento em que num ano as exposições estão abaixo dos limites normativos e no outro ano acima dos limites devido a troca de head-set(s) pela área de compras ou manutenção que sem um PCA não há a integração dos processos com a área técnica e de SMS da empresa. Temos exemplos de aumento do número de PA(s) no ambiente, da deterioração da acústica da sala, a aquisição de head-sets de baixa qualidade e os processos de manutenção, onde são contratadas empresas inadequadas que realizam "gambiarra" ou "canibalização de peças" para consertarem os equipamentos defeituosos. O PCA também deve atender as técnicas e estratégias de medição. Vídeo estado da técnica de medição de ruído ambiental.

3) REALIDADE DA BAIXA QUALIFICAÇÃO E EQUIPAMENTOS INADEQUADOS

Sabe-se que alguns profissionais descartam dados que não os convém a partir de avaliações ambientas sem estratégias ou gestão, além disso o pior, utilizam-se de equipamentos inadequados com a conivência com alguns gestores. Exima-se que a maioria dos equipamentos, cerca de 90%, são inadequados para o monitoramento confiável da jornada de trabalho em ambientes industriais ou onde sofrem algum intempere. A maioria dos audio-dosímetros não atendem a Norma de Medidores de Nível de Pressão Sonora, nem a nova Norma para audio-dosímetro (IEC 61252), e, não medem a partir de 50 dB(A), o que foge a possibilidade de atender a NR-17 caso seja também calibrado pela (IEC 61672) e as normativas de ruído de impacto (NHO-01). Alguns dosímetros, por exemplo, não possuem IP (classificação da caixa do equipamento) para ambientes com a ação do tempo, a poeira, a umidade  e ainda proteção contra interferências eletromagnética, nem atendem as novas Normas. Neste caso a culpa não é do fornecedor, mas sim dos profissionais que os utilizam e dos que aceitam as medições quando em ambientes impróprios, pois está escrito no manual dos equipamentos que os mesmos só podem ser utilizados em residências, comércio ou indústrias leves.

Outro fato também negligenciado é a necessidade de verificação com calibrador compatível antes e após o monitoramento da jornada onde as diferenças não podem ser maiores ou menores que 1 dB entre o valor de antes e depois, verificado com o mesmo calibrador (como requerido no procedimento da NHO-01). Isso se deve ao ajuste "tara" do equipamento que pelo menos deve ser mantido em intervalos controlados para a aprovação da medição. Sabe-se que há diversos equipamentos utilizados que não conseguem atender este critério, seja: pela baixa qualidade metrológica, por não ser adequado para o ambiente com intemperes, seja por umidade ou capacidade de manter as mesmas qualidades com menos carga na bateria. Há diferenças maiores que 10 dB devido a umidade do ambiente de acordo com qualidade do audio-dosímetro e seu microfone. Um fato grave que vem se perpetuando, mesmo sabendo que o que está sendo medido não retrata a realidade ou é errado, mas o "mercado", isto é, o tomador de serviço aceita. E ainda, a fiscalização é o juízo desconhece. Quantos peritos e técnicos, por falta de conhecimento técnico, já bravaram dizendo onde está escrito? que o Juiz aceita, que o contratado disse que atende! Que o equipamento é adequado ao uso... Ora estamos tratando com uma área técnica que necessita de capacitação e não interpretações individuais ou opiniões subjetivas e sim do fato determinístico: o atendimento as normativas e as características metrológicas para toda a jornada ou período de monitoramento. Vídeo ferramentas de gestão, equipamentos e estratégias de medição.

Vocês sabiam que as partes mais sensível dos equipamentos deste tipo são os microfones e os pre-amplificadores? E que estes não são calibrados, pois a Norma dos audio-dosímetros só contemplam a calibração elétrica. E por isso deve-se manter um histórico de verificações dentro de um programa de controle metrológico com calibradores específicos utilizados pelos usuários para detectar variações ou funcionamentos inadequados. Todos sabem disso, mas porque isso não é perpetuado? Nós da 3R Brasil possuímos, por exemplo, calibradores que emitem em 250Hz, 500Hz, 1000Hz e 2000 Hz em 94 dB e 114 dB e alertamos junto com os laboratórios de Calibração RBC e o INMETRO sobre este grave problema.

4) COMO ATENDER COM O MÍNIMO DE RASTREABILIDADE E FERRAMENTAS DE GESTÃO

Como podemos solucionar e atender de forma clara e confiável estas questões. A resposta está nas ferramentas de Gestão da Acústica Ocupacional que destacamos nesta área técnica do site. Sugerimos para medição e análise do ruído ocupacional com os modernos audio-dosimetro DC112a da CESVA e S 104 com o NoiseAtWork, que atende normas de medidor de nível de pressão sonora, monitora a cima de 50 dB(A), além de ser o único do mercado que mede em oitavas de frequência. Outro ponto em destaque é a possibilidade de gravar os eventos em arquivos .wav, um diferencial para as auditorias posteriores. Sabe-se que se perde um tempo desnecessário com o acompanhamento exigido por determinadas empresas do colaborador monitorado. Com estas ferramentas este processo é customizado e realizado de forma automatizada e produtiva, ficando fácil a implementação do PCA na empresa.

Os material que disponibilizamos junto com o www.isegnet.com.br com certeza ajudará os envolvidos nesta importante área de atuaçao, apresentando as estratégias de gestão e medição. Com destaque no GerenteSST e no NoiseAtWork, e o curso de acústica ocupacional.

Também destacamos a área de teleatendimento e entretenimento, com a utilização de fones e head-set(s). Veja mais em (clique aqui).

 
"Não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar o mundo de alguns que estão perto da gente através da prática do conhecimento convencendo mentes e corações" de RDR  
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